Tempo com tempo misturam-se sempre.
No tempo em que fui homem,
não encontrei tempo para amar.
Mas no tempo que mulher escolhi ser,
amei e fui amada.
Não compreendi o porquê disso
e novamente voltei um homem.
E novamente não soube amar.
Mas revoltado fiquei, que teimei
e novamente eu voltei.
Só que desta vez Deus pregou-me uma peça.
Homem voltei e amei como nunca havia amado.
Chorei, sorri e sofri por amor.
No fim restou-me um longo sofrimento
por perder a mulher amada.
Não resisti e novamente voltei
como homem para encontrá-la.
Procurei-a por todos os lados
e nada dela ser achada.
Passei toda aquela vida a procurá-la,
mas não a encontrei.
Fui embora da terra muito triste e solitário,
por não haver encontrado o meu amor.
E novamente teimei em voltar,
só que desta vez, pensei em enganar a Deus.
Achei que como mulher encontraria a ela
e a ela entregaria o meu amor.
E novamente eu falhei. A perdi para outro.
Como fazer então?
Eu queria amá-la como da primeira vez.
Mas ela não me quis e eu voltei novamente ao meu lar,
triste e desiludido do amor.
Não mais queria voltar.
Briguei e emburrei, mas não voltei.
E o tempo passou. Passou. Passou.
Que tempo malvado que não parou.
E eu já não mais resistindo,
a tanto tempo sem amor, voltei.
Desta vez deixei Ele, o Sábio decidir.
E fiz o que Ele determinou.
Voltei como aprendiz do amor.
Poema do livro "Amor, idioma universal".
Izilda
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