Quantas
pessoas que se julgam aptas a determinado trabalho, não aceitam informações ou
novas ideias porque se apegaram demais ao que já conhecem como sendo o mais
certo e assim perdem a oportunidade de novo aprendizado?
Ou
então aqueles que distribuem novas ideias, mas com a condição de manter o
próprio estrelismo.
A
maioria de nós tem ou já teve algumas destas atitudes em algum momento. Mesmo
que não tenhamos percebido isso.
Em
uma nova encarnação, através do esquecimento daquilo que julgamos ser a única
forma de ver as coisas, teremos a oportunidade de adquirir novos conhecimentos
e assim aprender outras maneiras de olhar para um mesmo ponto.
Muitos
são os conhecimentos que adormecidos, podemos despertar na vida atual.
Basta
procurar abrir a mente e deixar entrar o novo.
Toda
empresa tem um arquivo que precisa ser mantido em ordem para que quando for
preciso, pode-se encontrar o documento de que se faz necessário.
Imaginemos
que dentro de nós existe um arquivo que guarda todas as informações que
trazemos de outras vidas.
Mas
como acontece numa empresa, como me referi acima, não precisamos ficar
remexendo no arquivo o tempo todo. Somente quando precisamos.
Podemos
descobrir o que existe neste arquivo secreto prestando atenção a tudo o que nos
interessa e que nos dá prazer. Mesmo que possa nos parecer bobo ou inútil.
O
respeito e o amor por nós mesmos começam por não desprezarmos nunca o que nos
interessa de alguma forma.
Podemos
por exemplo, termos sido médicos, mas não soubemos salvar vidas.
Ou
cozinheiras, mas passamos toda uma encarnação a reclamar de nossa condição
social tão limitada por sabermos somente cozinhar.
Na
vida atual começamos a perceber uma vontade de curar as dores do próximo, ou de
suprir a carências de alguém que sofre.
Quem
sabe não está na hora de descobrirmos a essência do que aprendemos no passado e
colocarmos em prática, mas desta vez tomando o cuidado de curar e alimentar a
nós e ao nosso próximo com prazer, boa vontade e amor.
Podemos
conciliar tudo em nossa vida. É só querermos nos conhecer que acabaremos por
encontrar dentro de nós, interesses até então totalmente desconhecidos.
As
pessoas deveriam desenvolver todo tipo de sensibilidade. A mediunidade é uma
delas.
Precisamos
apenas educar este e outros dons e perceber quando são nossas palavras ou
quando são inspiradas por alguém. E o que esta inspiração nos traz. Se forem
palavras que nos elevam espiritualmente ou não.
Mas
uma coisa é certa, como atraímos tudo a nossa volta, também atraímos e nos
identificamos com ideias alheias e quando colocamos estas ideias em algo que
fazemos, seja pintando, desenhando, escrevendo, ou em qualquer outro tipo de
arte, estaremos expondo aquilo que sentimos.
Todos
sempre temos intuição de espíritos que sintonizam conosco. Dons mediúnicos,
artísticos ou qualquer outra coisa que costumam diferenciar as pessoas, não são
prioridade de alguns, são regra geral. Todos temos nossos "dons"
especiais. Precisamos como já disse, apenas desapertá-los. Sem esperar competir
ou acreditar que somos melhores ou piores do que outros. Somos exatamente
iguais, mas únicos.
Mensagem do livro "Fonte de Vida". Izilda
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