A energia vital quando utilizada, tanto por encarnados como por
desencarnados, adquire aquilo que a pessoa emite.
Retiramos a energia vital do Universo. Ela está a nossa disposição a
qualquer momento.
Ela entra no corpo e se este estiver vibrando ódio, mágoa, vingança, mau
humor, desespero, depressão, tristeza, desânimo, indignação, intolerância,
desilusão, paixões desequilibradas, fanatismo, pessimismo, avareza,
negatividade, inveja, desconfiança, culpa, preguiça, orgulho, ansiedade,
qualquer tipo de doença, seja física, mental, emocional ou espiritual, ou ao
contrário se o ser estiver vibrando amor, compaixão, sabedoria, discernimento,
boa vontade, igualdade, compreensão, aceitação, satisfação, alegria,
felicidade, fé, desprendimento, bom humor, altruísmo, otimismo, saúde física,
emocional, mental e espiritual, ela, a energia vital, adquire todas estas
emoções desequilibradas ou sentimentos sadios. Ela tomará a forma de cada um e
se desprenderá do ser numa troca constante de energias e se dirigirá a todos
que tiverem nas mesmas vibrações. Enquanto outros recebem o que emitimos, nós
recebemos o que outros emitem.
Estas vibrações se atraem pela igualdade.
A energia vital é igual para todos. Quando ela penetra no ser, adquire o
formato de tudo o que lá encontra. Os corpos emocional e mental emitem
vibrações e elas tomam a forma das emoções e pensamentos emitidos. Ao
penetrarmos em qualquer ambiente, exalamos esta energia por todos os nossos
poros. Nossa aura está impregnada desta energia. Ela se expande como o som.
Mesmo que não queiramos ouvir uma música, ao entrarmos num local em que ela
está sendo tocada nós a ouviremos de qualquer maneira e mesmo que sejamos
surdos sentiremos a vibração do som em nosso corpo.
A energia funciona da mesma forma. Quando a pessoa vibra uma intensa
felicidade que faz parte do seu ser, ela fica imune a qualquer tristeza. Ela
compreende-a. Sabe que em determinado lugar as pessoas estão vibrando aquela
emoção. É capaz até de sentir esta vibração, mas não se deixará contaminar.
Automaticamente ela se afastará do local quando a sua presença não se fizer
mais necessária e logo que isto acontecer, ela não mais sentirá aquela sensação
desagradável.
Muitas pessoas estão tão acostumadas a determinadas sensações doentias,
como a tristeza, por exemplo, que quando alguém se apresenta muito feliz, logo
se sentem mal porque elas ainda não desejam sair daquela situação. São
conformadas com aquilo e acreditam que a tristeza faz parte da sua existência.
Ou então porque algo aconteceu que as deixaram tristes e se elas deixarem que a
felicidade direcione suas vidas, os outros poderão fazer uma interpretação
errônea dos seus sentimentos.
Como por exemplo, a mãe que perde um filho e todos acreditam que ela
ficará por um longo tempo chorando sua perda. Quando isto não acontece e ela se
apresenta serena e por um acaso um sorriso sincero aparece em seus lábios,
todos já começam a comentar que ela não está sentindo a morte de seu filho.
Este é apenas um exemplo, mas muito real, porque todos em algum momento
de suas vidas já fizeram este tipo de julgamento precipitado. Sem contar que
qualquer julgamento, seja precipitado ou não, já é nocivo porque ninguém está
realmente apto a saber com toda a certeza, o que se passa dentro de cada um.
Os julgamentos que alguém faz de outros servem apenas para mostrar
aquilo que pensam de si mesmos. Se acreditassem nisso estariam usando estes
preciosos ensinamentos que a vida oferece a todos, para fazerem aquilo que vieram
fazer na terra: reformar-se intimamente e assim se conhecerem por completo, sem
medo, sem julgamentos, sem perspectivas. Apenas se conhecerem sem se compararem
a ninguém.
É claro que se fosse tão fácil aplicar isto em suas vidas quanto ler
estas palavras e entendê-las, não voltariam tantas e tantas vezes reencarnados
em corpos tão diferentes, em famílias as quais muitas vezes não tem a menor
afinidade, vivenciando situações as mais diversas, em cidades, países e
continentes tão diferentes que muitas vezes precisamos de muitas reencarnações
no mesmo lugar para podermos nos acostumar ao clima, costumes, crenças...
A reencarnação já não é mais uma ideia em que se acredita ou não. É um
fato estudado constantemente pela ciência e pelas mais diversas religiões
existentes no planeta. A não aceitação desta realidade é apenas a não aceitação
da responsabilidade que todos terão que assumir perante as leis Divinas que
buscam a harmonia e o equilíbrio do ser, aplicando-as através da causa e
efeito.
Mas se existe a possibilidade de voltarmos para podermos realizar a
efetivação destas leis através de decisões diferentes que teremos a chance de
novamente tomar a respeito de tudo o que faz parte de nossa existência, então a
realidade se apresenta muito melhor. Não precisaremos ficar eternamente
endividados. Poderão saldar estas dívidas e ainda aprenderem a serem seres
iluminados os quais se acredita que somente alguns poucos privilegiados têm
este poder.
Se puderem acreditar que todos são iguais e todos são filhos de Deus,
porque então não crer que todos são presenteados constantemente com a imensa
luz de Nosso Criador e das inúmeras oportunidades para aprendermos o
significado de sua lei maior que visa apenas a felicidade de todos os seus
filhos que é o amor?
Ao encontrar dentro de si esta certeza, estarão se dando nova
oportunidade nesta vida em que agora estão e assim não precisarão voltar
novamente em outra, em situações muitas vezes tão sofridas e causando-lhes
tantas dores e assim voltando a criar mais carmas de acordo com a ignorância
diante desta tão simples realidade.
Ao teimar em não entender isto, estão apenas aumentando o próprio
sofrimento. Não aceitando que são realmente iguais, não só daqueles iluminados
que tanto elevam em conta, como também aqueles que julgamos inferiores seja por
causa de sua pouca ou nenhuma instrução, seja por suas vestes humildes, seja
por sua rebeldia em não querer viver de acordo com as leis que o homem criou
(ou mesmos aqueles que, também por sua não aceitação destas Leis, sabem
observar a natureza a sua volta), por sua ignorância quanto às sensações e
emoções desconhecidas que tomam conta de seu ser e que eles as alimentam
através do crime, do ódio, da infâmia e do sofrimento que causam a si próprios
e aos seus semelhantes, estarão não aceitando a si mesmos como filhos do mesmo
Deus, ou da mesma força que os criou.
Infelizmente muitos que insistem em não acreditar que são filhos da luz,
permanecem nas trevas e continuarão nelas até que se canse de sofrer e clamem
por esta luz que está a sua disposição durante todo o tempo dentro de si
mesmos.
Neste momento outros que também permaneceram nas trevas por longo tempo,
os ajudarão a libertarem-se das amarras e lhes mostrarão que o único caminho
que os libertarão será aquele trilhado para dentro de si mesmo.
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