Toda ironia e sarcasmo descendem do medo.
Quando
o medo do desconhecido se depara com a pressão que nos obriga a enfrentá-lo, a
ironia e o sarcasmo são armas usadas para ocultar o temor.
Pode-se querer
ocultar tanto de outros como de si mesmo, mas tanto no corpo físico, quanto
somente em espírito, o ser humano sente medo e procura de todas as formas
possíveis e aprendidas uma maneira de se esquivar de tudo o que ele acredita, pode
avivar esta emoção dentro de si.
Quando
ele não consegue se esquivar do medo e sente-se acuado, existem duas decisões
tomadas na maioria das vezes. Ser escravizado por esse medo e consequentemente
por alguém que o impõe ou atacar o que ou quem lhe impõe esse medo.
Um
infrator das leis torna-se corajoso com uma arma na mão porque acredita que ela
eliminará a causa deste medo. Mas ao ser desarmado, na maioria das vezes, ele
mostrar-se submisso ou irônico e sarcástico. A ironia e o sarcasmo funcionam
como uma proteção. Ao mostrar-se com medo, o que lhe ameaça pode voltar a lhe
atacar, então ele procura armas que o protejam.
O
medo pode tornar-se tanto um fator para se deixar escravizar quanto para trazer
à tona o instinto animal que ataca tanto para se alimentar quanto para se
defender.
Lembre-se
que não somos mais animais e podemos perfeitamente nos alimentar sem
precisarmos ferir alguém e nos defender com entendimento, diálogo e sabedoria.
Quando isso não é possível é porque deixamos o medo nos dominar e atrair para o
nosso círculo energético situações e pessoas que nos obrigue de alguma forma, a
buscar uma maneira de combater a pior de todas as emoções e a causa de todos os
nossos infortúnios: o medo.
Esta é apenas uma ideia para se pensar.
Do livro "O conhecimento de nós mesmos".
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