Sempre que deixamos a incerteza dominar os nossos pensamentos, ela começa se estender e dominar também nossas emoções. Ela vai se expandindo sorrateiramente e as nossas decisões ficam comprometidas.
Inúmeras interrogações se sobrepõem a qualquer momento que precisamos vivenciar e as experiências necessárias de momento a momento são trocadas pelas indecisões disfarçadas pela cautela.
O
que seria melhor nessa ou naquela situação? Que palavras usar com essa ou
aquela pessoa? Que roupa usar? Que horas sair? ???????
As
perguntas encobertas por inúmeros pensamentos que buscam o resultado de cada
escolha começam a povoar a mente tão disfarçadamente a principio, que quando o
pânico invade toda a mente e corpo, procura-se desesperadamente um porque dele,
o pânico e ele se torna o centro principal da vida.
Nada
acontece de repente. Tudo tem um começo, mas esse começo passa despercebido
intencionalmente e é empurrado bem fundo dentro de um baú interior.
Como
deixar de sentir o medo acompanhado na maioria das vezes por pensamentos
desencontrados que não respondem nada do que se é questionado, apenas criam
visões desastrosas que podem se tornar realidade a qualquer momento?
O
pânico seja de sair de casa, de multidões, de elevadores, de estar sozinho, de
algum inseto ou animal ou de qualquer outra situação possível e imaginável, vai
causando um terror incontrolável, angústia, ansiedade, depressão e quando se
consegue entender que é necessária ajuda externa, a situação muitas vezes é
acreditada como irreparável pela própria pessoa.
Esses
são alguns sintomas que variam de pessoa, situação, lugar.
Olhar
para dentro de si e se encontrar com alguém que está perdido, pegar em sua mão
e trazê-lo para a luz é um caminho tortuoso, doloroso e intenso, mas possível.
Olhar
para si é talvez a mais difícil decisão a ser tomada, mas com certeza será
sempre a mais confiável e a que trará as recompensas mais satisfatórias a serem
encontradas.
A
coragem de olhar para si está dentro de uma caixinha chamada felicidade, mas
que está envolvida em um papel chamado fuga.
Fugir
de algo desconhecido nos dá a sensação de proteção, mas isso é apenas ilusório
e quando desejar de todo o coração abandonar as ilusões, o medo é o primeiro
que será exterminado do seu interior. Aos poucos, mas quanto maior o desejo da
verdade, mais rápido ele se extinguirá.
Do livro "O conhecimento de nós mesmos".
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